2 de nov de 2014



Procuro facilitar, tanto quanto o possível, a realização da atividade pela criança. Pois, ela deve sentir-se capaz de executar o que eu proponho a ela, deste modo, o progresso dos movimentos, do ponto de vista qualitativo, surge através do funcionamento do esquema. Esse progresso, por sua vez, repercute nos demais movimentos.

Por exemplo:

** Para facilitar a COORDENAÇÃO MOTORA AMPLA (motricidade ampla), ofereço atividades em que as crianças primeiramente batem (mãos ou pés) ou rolem a bola antes de jogarem de mão para mão ou baterem no chão para agarrá-la em seguida;



** Já na COORDENAÇÃO MOTORA FINA (motricidade fina), as crianças brincam de colocar objetos pequenos dentro de caixas (reduzindo o tamanho das caixas, pouco a pouco), assim estou facilitando para que a criança tenha êxito em brincadeiras de encaixes de peças miúdas;



** E na COORDENAÇÃO VISOMOTORA, proporciono as crianças vivenciarem situações de soltar objetos grandes dentro de recipientes grandes ou soltarem, esticando bem os braços para o alto, penas ou pedaços de algodão, tentando agarrar sem deixar cair, deste modo acertar o alvo (boca do palhaço, boliche, etc) se torna mais fácil;



** Também, na coordenação motora fina (motricidade fina), proponho atividades de amassar, rasgar, colar e pintar a dedo, para facilitar o uso de tesouras, giz ou lápis.



 Tenho no meu planejamento diário desenho livre como atividade, deixo a disposição materiais para as crianças utilizarem em suas brincadeiras. Pois, essas atividades constituem dados de avaliação do progresso da representação simbólica dos meus pequeninos.



Portanto, através desses procedimentos, muito validos, proporciono o aprimoramento dos esquemas motores e conduzo a criança a refletir sobre o fazer pedagógico.



Professora Carminha.





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