15 de jan de 2016



JOGO DAS VIRTUDES

- A partir de agora iremos falar apenas de VIRTUDES, e nunca de defeitos.

- Cada um recebe papel e caneta, onde anotará a principal virtude ("qualidade") que acha do companheiro sentado a sua direita, sem identificar a pessoa, apenas colocará a  qualidade, por exemplo:
"honestidade" e não "honesto" /
"simpatia" e não "simpática" /
"coragem" e não "corajosa" e assim por diante.

- Os papéis serão dobrados, recolhidos e misturados.
- O educador então começa a ler as virtudes e os participantes tentarão identificar quem assume melhor aquelas características.

- O mais votado recebe o papel e guarda até o final do jogo. Detalhe: nessa hora aquele que escreveu não revela o que foi escrito.

- Quando todos os papéis forem distribuídos cada um deve dizer como se sentiu, sendo identificado por aquela característica: se concorda ou não que ela seja sua característica mais marcante. Aí sim o companheiro do lado revela o que escreveu dele e justifica.

- Após todos serem identificados, o educador ressalta a importância de nos habituarmos a enxergar as virtudes, aceitar defeitos e viver em harmonia com as pessoas.



NÓS HUMANOS


Objetivo: Estimular o raciocínio e o trabalho em equipe;

-Todos os participantes formam um círculo dando as mãos.

- Cada um verifica quem está à sua direita e à sua esquerda. Isto é muito importante, pois pode haver confusão depois, portanto, peça que cada um fale alto para si e para os outros: "João está à minha direita e Ana, à minha esquerda", etc.

- Diga para soltarem as mãos e caminharem pelo espaço, aleatoriamente, até ouvirem um sinal (palma ou assobio). Ao ouvi-lo, todos param EXATAMENTE ONDE ESTÃO.

- Agora, sem sair de suas posições, deverão dar sua mão direita para quem estava à sua direita e sua mão esquerda para quem estava à esquerda. Vai se formar um nó de pessoas, e deverá ser desfeito, voltando o círculo à posição inicial, sem que ninguém solte as mãos.
Veja mais sobre os Jogos Cooperativos:
JOGOS COOPERATIVOS



Sabendo que, a ginástica tem o objetivo de proporcionar as crianças o conhecimento do seu próprio corpo, dos movimentos e dos seus limites.

Procuro proporcionar aos meus alunos da Educação Infantil e Alfabetização a ginástica com história - ginástica historiada - atividades que permitam a expressão, a criação (em vez de movimentos mecanizados e repetitivos). A ginástica historiada consiste em contar ou ler a história e as crianças fazerem o papel de personagem executando as ações da história ouvida. 

Portanto, trabalho Esquema Corporal, de uma forma em que o aluno realizará movimentos naturais através do lúdico.  



 HISTÓRIA DO BONECO DE BORRACHA

     Era uma vez um boneco de borracha que ficava de todos os jeitos com o corpo, mas não falava, não fazia barulho e mexia-se bem devagar.

     Ele gostava de passear no jardim, olhando as flores coloridas, os pássaros, as borboletas e as abelhas que voavam no alto.

     De repente, veio um vento forte... Nossa! O boneco de borracha ficou torto e agora ele anda todo torto, virado só para um lado. E assim ele continuou o passeio.

     Ufá! O vento parou, e ele então voltou ao normal. Agora conseguia andar tanto para frente como para trás.

   Caber numa caixa de sapato. Bem pequeno mesmo!   O vento voltou de novo. Aí, ele entortou-se para frente e anda olhando para baixo. Parece até que procura alguma coisa no chão.

     Mas, de repente, o vento mudou de direção e fez o boneco entortar-se para trás. Agora ele só vê o que está lá no alto: o céu, os pássaros e as borboletas.

     Finalmente, o vento parou de vez. O boneco de borracha endireitou-se e continuou o passeio observando tudo o que estava ao seu redor.

     Engraçado é que quando o boneco de borracha chegava perto de uma árvore ficava bem magrinho e bem comprido, do tamanho da árvore. Então, o boneco andava elegante, esticado e comprido, quase alcançava o céu.

     Quando chegava perto de uma roseira e sentia o cheiro das rosas, o boneco ficava todo gordo e pesado como um elefantinho. Para andar, até fazia um barulhão!

     Ah! O boneco de borracha estava cansado de tanto passear. Então, ele deitou-se no chão para descansar e... Surpresa! Ele ficou pequenininho, encolhidinho. Podia até caber numa caixa de sapato. Bem pequeno mesmo!

     De repente, crescia, espalhava-se para todos os lados, crescia, crescia e crescia. Crescia tanto que ocupava um grande espaço no chão.

     Ficava pequeno de novo, pequeno, pequeno, bem pequeno. E adormecia todo pequenininho...

     Até que amanheceu e chegou o sol. O boneco de borracha, que estava quietinho, foi se mexendo devagar, esticando-se para todos os lados, esticando os pés as pernas, o tronco, os dedos, as mãos e os braços.

     Ele levantou-se e virou gente.

     Agora, sim, ele consegue conversar, falar bem baixinho com quem está perto dele.

     Essa é a história do boneco de borracha que virou gente.


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