29 de jul de 2012

BRINCADEIRA
LÁ VAI O LENÇO

Desenvolvimento:
**O professor dá início à brincadeira jogando um lenço com nó a uma das crianças, dizendo, por exemplo – “BALA”.
**A criança que apanhar o lenço imediatamente responderá com outra palavra iniciada com a última sílaba “LA”, por exemplo – “LATA” – e logo atira o lenço para outro colega que ao recebê-lo deve falar outra palavra, seguindo a mesma regra.
**A brincadeira consiste, quem recebe o lenço deve falar uma palavra com a inicial igual à última sílaba da palavra dita pelo colega que joga o lenço.

Objetivos:
Desenvolvimento da Análise, da atenção, Percepção Auditiva, vocabulário, boa pronuncia, linguagem verbal.
Além de ser uma atividade recreativa que desenvolve a boa atitude em atividade em grupo.

SUGESTÃO DE ATIVIDADE
Estas atividades, realizo com crianças
que apresentam dificuldade de aprendizagem
na leitura e escrita, principalmente com a realfabetização de crianças dislexia.


Observando a brincadeira ‘Lá vai o lenço’ e a sugestão da atividade, o professor consegue trabalhar a decomposição do todo em partes, pois na brincadeira pega uma parte da palavra (última sílaba) e cria outra palavra. Enquanto que na atividade decompõe o todo (palavra) em partes (letras).


Os Toddlers – pequenos aprendizes


Este é um período de mudanças.
Toddlers em inglês significa: “criança que está aprendendo a andar”.
Nesta fase a criança alterna comportamentos de bebê com atitudes próprias de quem é grandinho. Ela necessita sempre de um adulto por perto, pois, não tem noção do perigo.
A criança nessa fase é um pequeno aprendiz, pois o seu cérebro que ao nascer tem cerca de 25% do peso do de um adulto, passa por mudanças dramáticas. Segundo o neuropediatra Luiz Celso Vilanova, professor da Unifesp: “Nessa fase, as crianças estão muito mais sensíveis a estímulos externos, que podem modificar circuitos neurais”. E de acordo com ele, quanto mais estímulos à criança receber nessa fase, mais conexões – sinapses – o cérebro vai fazer, o que facilita o aprendizado.  
Os seres humanos nascem com muito mais neurônios do que quando o cérebro atinge a maturidade, explica Lisa Freund, neurocientista na instituição americana Nichd. Diz ela: “Neurônios e qualquer conexão neural que não for estimulado vão morrer”. Então, a importância da estimulação do bebê. “O cérebro do bebê é esculpido pelas experiências dele e do ambiente em que ele vive”.
Muitos estudiosos descrevem o cérebro dos bebês como capaz de organizar naturalmente as percepções do mundo á sua volta. Isso é possível por meio da estimulação auditiva (Percepção Auditiva) a que os bebês estão expostos, particularmente a linguagem verbal.
Outro dos processos que ajudam os bebês a organizar as informações visuais (Percepção Visual) é a habilidade deles de separar a percepção do que é objeto estático do que é objeto em movimento.
Para o psicólogo norte americano, Brett Kuhn, da Universidade de Nebraska: “Basicamente seria pôr a criança em um ambiente adequado e sair do caminho”. Pois para ele é importante que as crianças tomem algumas decisões e aprendam por si mesmas.
O adulto exerce uma influencia importantíssima sobre o desenvolvimento da criança nesta fase. Uma pesquisa realizada pela Tenple University, nos Estados Unidos, mostrou que crianças entre 1 a 3 anos aprendem com mais facilidade palavras ditas pelos que estão ao seu redor, não importando o interesse que tem pelo objeto, enquanto bebês até 10 meses gravam os nomes dos objetos que são mais importantes e interessantes para eles.
Pesquisas revelam que mães que conversam bastante com os seus filhos e usam um vocabulário rico para descrever objetos e situações ajudam a criança a desenvolver um vocabulário mais amplo, sendo importante ler para os pequeninos e contar histórias.
Além do aprendizado por meio das palavras, as crianças aprendem também por meio da imitação dos gestos dos adultos.
De acordo com a endocrinologista infantil Juni Castro: “A criança lê o comportamento dos adultos e absorve, por isso é importante ter um ambiente familiar harmonioso”.
Os pequenos aprendizes desta faixa etária absorvem o comportamento dos adultos e o que está no ambiente, passando a interagir com o meio.
A imitação está envolvida com o processo de aprendizagem social e se dá a partir da observação.
Estudos mostram que bebês com menos de um ano podem fazer imitações mesmo depois de 24 horas após ver a desempenho de um adulto com um brinquedo ou objeto, explica Lisa Freund.      
 A habilidade de imitar é um processo importante e pode ser verificada em expressões faciais e movimentos, ou imitações de movimentos complexos com objetos.



24 de jul de 2012


SÍNTESE

Capacidade de unir, de juntar partes, unidades – exemplo: sílabas – para formar um todo - palavra, a partir da união das partes tiram a conclusão do todo. Um jogo que desenvolve esta habilidade é montar quebra-cabeça.
Exemplos de atividades:
Atividade p/ 1º e 2ºAno


ANÁLISE

Capacidade de decompor, de separar um todo em partes, em unidades menores – exemplo: palavras em sílabas, dividir figuras em partes.
Exemplos de atividades:


ANÁLISE-SÍNTESE

È um processo em que cada uma das partes do todo tem ligação com as outras partes.
Este processo tem grande relevância na aprendizagem da leitura e da escrita.
E caso não estejam, suficientemente desenvolvidas estas capacidades, na criança, ela terá grandes dificuldades na alfabetização.
Portanto, é de fundamental importância trabalhar com a criança na Pré-escola, através de jogos, brincadeiras e atividades os conceitos de análise-síntese.
 Na minha opinião, a Pré-escola prepara os pequeninos para a alfabetização, sendo que as habilidades e conceitos desenvolvidos através do corpo e da interação com o meio tem muita importância para a aquisição destes conceitos.
Trabalho as mesmas atividades, jogos e brincadeiras com o 2º Ano, pois, faço adaptações para o nível da turma e venho obtendo resultados positivos com as crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem.   
Exemplo de atividades:
Atividade p/1º e 2ºAno

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