31 de ago de 2012


ATENÇÃO

    O desenvolvimento da atenção pressupõe atividades que se manifestam por força da motivação (motivo de ação) e que desperta o interesse dos alunos. Importante é o grau de complexidade das situações estimuladoras. Tanto as atividades muito simples como as complexas, podem ocasionar redução na capacidade de atenção que, por desinteresse ou ansiedade, tornam a atenção baixa e dispersa. Os jogos, em geral, costumam estimular a atenção alta e concentrada, em qualquer criança.
    Recomenda-se, porém não se exceder nos jogos que estimulem o clima competitivo, gerador de ansiedade, particularmente quando se trata de alunos com dificuldades de aprendizagem.

***Sugestões de jogos e brincadeiras***
  • Jogos: de peças, quebra-cabeça, completarem figuras, seqüência de cores, formas e tamanhos, de 7 erros, dominó, xadrez, vídeo-game...
  • Brincadeiras: lenço atrás, dança das cadeiras, passa anel, bola-bobo...
  • Atividades de relaxamento...
  • Jogos e brincadeiras que envolvem equilíbrio, por exemplo:

NOMEAR CORES 

 

PREPARAÇÃO: Alunos sentados em círculo. Cada um tendo uma caixinha de cor diferente.
DESENVOLVIMENTO: Cada criança deverá entrar no meio do círculo e dizer a cor da caixinha que possui. Após apresentação da cor, deverá empilhar as caixinhas no centro da roda, sem deixá-las cair.

CORRIDA DAS TARTARUGAS

PREPARAÇÃO: Crianças posicionadas como as tartarugas, com as mãos no chão, sem encostar os joelhos no chão.
DESENVOLVIMENTO: Ao sinal do professor, cada criança deverá percorrer o espaço designado contendo uma caixinha colorida nas costas (que será o casco), sem deixar cair. Quem chegar primeiro ao local de chegada será o vencedor.


22 de ago de 2012


    Cognição é o ato ou ação de conhecer ou de adquirir conhecimentos.
Crianças com dificuldades nesta área costumam ser distraídas e vagarosas, com a abstração prejudicada e o pensamento lento e concreto.
 São lentas para aprender e armazenar conhecimentos formais.
O desenvolvimento desta área requer a estimulação da:

*PERCEPÇÃO VISUAL
*PERCEPÇÃO AUDITIVA
*PERCEPÇÃO GUSTATIVA
*PERCEPÇÃO OLFATIVA
*PERCEPÇÃO TÁTIL
*PERCEPÇÃO TEMPORAL
*MEMÓRIA AUDITIVA
*MEMÓRIA VISUAL
*MEMÓRIA VISOMOTORA
*ATENÇÃO
*RACIOCÍNIO
*CONCEITUAÇÃO
*LINGUAGEM

PERCEPÇÃO
É o ato de conhecer, interpretar e diferenciar os estímulos recebidos.
É o meio pelo qual a pessoa organiza e chega a entender os fenômenos que constantemente influem sobre ele.
MEMÓRIA
    Memória é a capacidade de registrar, fixar e recordar estímulos visuais, auditivos e táteis.


MEDINDO NA SALA

Participantes crianças a partir de cinco anos.
Objetivos: desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio de comparações. A dinâmica desse exercício estimula o raciocínio e a percepção das crianças em relação às medidas-padrão.

Local: sala de aula ou uma sala grande.
Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a brincar: caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças, uma régua, uma trena ou uma fita métrica.

Desenvolvimento:
Para começar a brincadeira, divida a turma em quatro grupos.
Escolha para cada um deles um objeto que deve substituir a régua como unidade de medida.
Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças.
Em seguida, defina os objetos que cada grupo deve medir — por exemplo, a carteira, a porta, a lousa ou a altura da parede onde começa a janela.
Antes que a turma comece a realizar as medições, estimule as crianças a fazerem estimativas:
*quantas borrachas elas acham que seriam necessárias para determinar o comprimento da mesa? E a largura?
*Como seriam os resultados se, em vez desses objetos, a classe usasse um livro e um caderno para fazer as medidas? E assim por diante.
Depois, peça a eles para fazerem as medições, anotando num papel os resultados encontrados por cada membro do grupo. Enquanto, isso, faça na lousa uma tabela com os resultados das medidas.
Observando-se a tabela, fica claro como as medidas informais são imprecisas.
Peça então à turma para repetir as medidas usando uma régua, uma trena ou uma fita métrica.
Dessa vez as medidas vão diferir muito pouco de um aluno para outro e de um grupo para outro.
Utilize essas constatações para discutir com as crianças a experiência que acabaram de ter.

Conclusão:
 É bem provável que elas cheguem sozinhas à conclusão de como é importante se ter medidas-padrão.


CAÇA AO OBJETO:
Faz-se uma lista de objetos fáceis de serem encontrados no local onde será realizada a gincana.
Reúnem-se os participantes para avisá-los do tempo disponível e o nome do objeto que devem procurar.
 Ao sinal de um apito todos correm para procurá-lo. Ao sinal de outro apito devem retornar, pois é o aviso de que o tempo terminou ou o objeto já foi achado.
 O primeiro que retornar com o objeto pedido é o vencedor.
Se o objeto não for encontrado, pede-se o seguinte da lista.
Gincana na minha Escola

CORRIDA DO MILHO:
Traçam-se duas linhas paralelas e distantes.
Atrás de uma das linhas, coloca-se uma bacia com grãos de milho. 
Atrás da outra linha, os participantes são reunidos aos  pares,  um deles segura uma colher e o outro um copo descartável.
Dado o sinal, os participantes com a colher correm até a bacia.  Enchem a colher com milho e voltam para a linha de largada.  Lá chegando, colocam o milho no copo que seu companheiro segura.  Vence a dupla que primeiro encher o copinho com milho.

CORRIDA DO OVO:
Marca-se um local de partida e outro de chegada.
 Cada corredor deve segurar com uma das mãos (ou a boca) uma colher com um ovo cozido em cima.
Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Se quiser variar, substitua o ovo cozido por batata ou limão.

CORRIDA DO SACI OU DOS SAPATOS:
 Traçam-se duas linhas paralelas e distantes.
Na primeira linha, os corredores tiram os sapatos, que são levados para trás da outra linha, onde são misturados.
 Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar seus sapatos, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto.

CORRIDA DO SACO:
 Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve colocar as pernas dentro de um saco grande de pano e segurá-lo com ambas as mãos na altura da cintura.
Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada.
  

CORRIDA DOS PÉS AMARRADOS:
 Marca-se um local de partida e outro de chegada.
 Os participantes reunidos em duplas. Com uma fita, o tornozelo direito de um é amarrado ao tornozelo  esquerdo de seu par.
Dado o sinal, as duplas participantes devem correr até a chegada. 
 Marca-se um local de partida e outro de chegada.  
Vence a dupla que chegar primeiro.

DANÇA DA LARANJA:
 Formam-se alguns casais para a dança.
Uma laranja é colocada entre as testas de cada par.
 Os casais devem dançar, sem tocar na laranja com as mãos.  
Se a laranja cair no chão, o casal é desclassificado.
 A música prossegue até que fique só um casal.

DANÇA DAS CADEIRAS:
Forma-se um círculo com tantas cadeiras quantos forem os participantes menos uma. 
Os assentos ficam voltados para fora.
Coloca-se música e todos dançam em volta das cadeiras.
Quando a música parar, cada um deve sentar numa cadeira.

18 de ago de 2012

TRABALHO COLETIVO – Jogo cooperativo


Brincando com o barbante
Público alvo, alunos de pré-escola à 4ºAno.

**Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma.
- Desenvolver a criatividade, socialização, Coor. Motora Ampla / Fina, Percepção Espacial;

**Local: a brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.
**Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta.

**Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante. Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.
Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.
- Prontas às obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos, expressão verbal.
- Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos.
- Abaixados, ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.
- Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.
- Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a ideia em prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas ideias e cada aluno quer falar mais alto que o colega.
Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.
- O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor.

**Conclusão**
Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe.
É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo.


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